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Tag canonical: o que é e como resolver conteúdo duplicado

Henrique Feng Por Publicado em
Tag canonical: o que é e como resolver conteúdo duplicado

Resposta rápida

A tag canonical é uma linha no cabeçalho do HTML que diz ao Google qual é o endereço oficial quando o mesmo conteúdo abre em vários. É uma sugestão forte, não uma ordem. Use canonical quando a cópia precisa continuar abrindo, como o link com parâmetro de campanha, 301 quando ela pode sumir, como a versão sem www, e noindex quando a página não deve aparecer na busca.

A tag canonical é a linha do código que diz ao Google qual é o endereço oficial de uma página quando o mesmo conteúdo abre em mais de um endereço. Ela fica no <head> do HTML e o Google a lê como uma sugestão forte, não como uma ordem:

<link rel="canonical" href="https://www.suaempresa.com.br/servicos/dedetizacao">

Quase todo site precisa dela, porque quase todo site cria cópias sem perceber: o link da bio do Instagram com ?utm_source, a categoria da loja reordenada por preço, a versão sem www que ninguém redirecionou. Aqui você vê de onde vêm essas cópias num site brasileiro comum, qual ferramenta resolve cada uma (canonical, 301, noindex ou nada) e os erros que levam o Google a desprezar o canonical que você declarou.

O que é a tag canonical e o que ela faz?

É um aviso ao buscador: entre as versões parecidas desta página, mostre esta. O nome vem da RFC 6596, de abril de 2012, que define a relação "canonical" como a versão preferida pelo autor de um conteúdo. O Google chama de canonização o trabalho de escolher um endereço representativo para um grupo de páginas iguais e exibir só ele nos resultados.

Quando aceita o seu canonical, o Google:

  • exibe o endereço escolhido, e não a cópia com parâmetro (o exemplo da própria documentação é o ?gclid=, que o Google Ads acrescenta aos links dos anúncios);
  • junta na versão oficial os sinais que as cópias recebem, como links;
  • rastreia a canônica com mais frequência e as cópias com menos, o que sobra de tempo do robô para páginas novas.

Três regras de escrita valem para qualquer site. A tag mora no <head>; dentro do <body>, o Google a desconsidera. O endereço vai completo, com https:// e domínio: caminho relativo é aceito, mas o Google não recomenda, porque ele pode acabar levando um ambiente de testes a ser rastreado. E a página oficial aponta para si mesma, o chamado canonical autorreferente. Parece redundante, mas é ele que protege a página quando alguém chega por um link com parâmetro.

Antes de seguir, um alívio: repetir conteúdo dentro do próprio site não fere as políticas de spam do Google. O prejuízo é outro. Sem indicação sua, ele escolhe sozinho qual versão vai aparecer, e a escolhida pode ser a feia, com parâmetro, ou a que você nem queria no ar.

De onde vêm as páginas duplicadas num site comum?

Quase nunca de alguém copiando texto. Elas nascem do jeito como o site monta os endereços. Estes são os casos que mais aparecem em site de empresa e em loja virtual:

  • Parâmetros de campanha. O link do e-mail marketing chega com ?utm_source=newsletter&utm_medium=email. Para o servidor, é outro endereço com a mesma página.
  • Ordenação e filtros da loja. /camisetas?ordem=menor-preco, /camisetas?cor=preta&tamanho=g. Cada combinação é um endereço novo, e uma categoria com meia dúzia de filtros gera centenas deles.
  • http, https, com e sem www. Quatro portas para a mesma casa quando nenhuma leva às outras.
  • Barra no fim. O Google trata /contato e /contato/ como endereços diferentes. A exceção é a raiz: https://suaempresa.com.br e https://suaempresa.com.br/ são o mesmo endereço.
  • Versão para impressão. Portais e blogs antigos ainda oferecem /imprimir/ ou ?print=1 com o texto inteiro.
  • Produto em mais de uma categoria. Quando o endereço segue o caminho da navegação, o mesmo tênis vive em /masculino/tenis-corrida-x e em /promocao/tenis-corrida-x.
  • Variantes. /tenis-corrida-x?cor=azul e ?cor=preto, com descrição idêntica.
  • Ambiente de testes aberto. O homolog.suaempresa.com.br que ficou acessível e foi parar no índice. A documentação do Google cita esse caso como variante acidental.

Canonical, 301 ou noindex: qual resolve cada tipo de cópia?

Decida por uma pergunta: a cópia precisa continuar abrindo para quem visita? Se não precisa, redirecione com 301. Se precisa, mas não deve disputar a busca, use canonical. Se a página não tem nada a fazer no Google, noindex. E se o Google já agrupou do jeito certo, deixe como está.

Caso O que usar Por quê
?utm_, ?gclid= e outros parâmetros de campanha Canonical da página para o endereço sem parâmetro O link da campanha precisa funcionar, e a medição depende do parâmetro
Categoria reordenada (?ordem=menor-preco) Canonical para a categoria sem parâmetro É a mesma lista em outra ordem
Milhares de combinações de filtro Bloqueio do padrão no robots.txt É o que o Google recomenda para navegação facetada; o canonical só reduz o rastreamento aos poucos
Filtro com procura própria (/sofas/retratil-3-lugares) Canonical para si mesmo, como página normal Tem busca, título e texto próprios
Variante de cor ou tamanho por parâmetro Canonical para o produto sem parâmetro Recomendação do Google para lojas
http, versão sem www, barra no fim 301 Ninguém precisa da versão descartada aberta
Versão para impressão Canonical para a página normal Quem imprime continua usando
Mesmo produto em duas categorias Canonical para um endereço fixo do produto, com os links internos apontando para ele Os dois caminhos seguem navegáveis
Páginas 2, 3 e 4 de uma categoria Canonical de cada uma para ela mesma Não são cópias da página 1
Busca interna, carrinho, login, página de obrigado Noindex Não servem a quem vem da busca
Versões em outro idioma hreflang, e cada versão com canonical próprio Conteúdo traduzido não conta como cópia
Página que o Search Console já mostra como "alternativa com tag canônica adequada" Nada O Google entendeu a sua escolha

Duas linhas pedem cuidado. Bloquear um endereço no robots.txt impede o Google de ler a página, e aí ele também não lê o canonical nem o noindex dela. Não misture as duas coisas: filtro bloqueado dispensa canonical, e página com noindex precisa estar liberada para leitura. A outra: não use noindex para escolher a versão oficial entre duas páginas iguais. O Google avisa que o noindex tira a página da busca por completo e indica o canonical para esse trabalho.

Para configurar esse 301 no servidor, siga o guia sobre como forçar o https com redirecionamento.

Como o Google decide qual versão é a oficial?

Ele soma sinais, e o canonical é um deles. A documentação classifica a força de cada método assim:

Sinal Força
Redirecionamento permanente (301 ou 308) Forte
<link rel="canonical"> no HTML Forte
Cabeçalho HTTP Link com rel="canonical", útil para PDF Forte
Constar no sitemap Fraco

Pesam também a preferência pelo https, quando o certificado não tem problema, os links internos e a semelhança real entre as páginas. Os sinais se acumulam, e o Google diz que combinar métodos aumenta a chance de a sua escolha prevalecer, desde que todos apontem para o mesmo endereço. Só não declare o canonical no HTML e no cabeçalho HTTP ao mesmo tempo: a própria documentação diz que isso abre espaço para erro e pede para escolher um dos dois.

Quando os sinais discordam, a decisão volta para o Google. O sitemap lista http://, o canonical diz https://, o menu linka a versão com barra: cada peça vota num endereço. É por isso que ele trata a sua preferência como uma dica, e não como uma regra.

Como colocar o canonical no WordPress, no Wix, na Shopify e em site próprio?

Na maioria das plataformas, ele já vem ligado. O trabalho é conferir se está certo e saber onde mexer quando precisar.

  • WordPress. Desde a versão 2.9, o próprio WordPress imprime um canonical autorreferente em posts e páginas, pela função rel_canonical. Em listas de categoria, tag e na página de posts, o WordPress puro não imprime nada, e quem preenche essa falta é o plugin de SEO. No Yoast, o campo fica na seção Avançado do Yoast, dentro do editor de cada post ou página, e pede o endereço completo. Página marcada com noindex sai sem canonical no Yoast, de propósito.
  • Wix. Cria um canonical autorreferente em todas as páginas. Para trocar, abra Páginas e menu, clique em Mais ações ao lado da página, vá em SEO básico, depois em SEO avançado e Tags adicionais, e edite a tag canonical. A ajuda do Wix avisa que mudar o canonical padrão pode tirar a página do sitemap.
  • Shopify. O canonical sai do tema. O arquivo theme.liquid traz <link rel="canonical" href="{{ canonical_url }}"> dentro do <head>, e a plataforma preenche o endereço. Trocou de tema ou alguém editou o código? Confira se a linha continua lá.
  • Outras plataformas de loja. Procure o campo nas configurações de SEO do produto e da categoria. Se não existir, o canonical vem do tema, e quem altera é o suporte da plataforma ou o desenvolvedor do tema.
  • Site próprio. Gere a tag no servidor, a partir do endereço oficial guardado no banco de dados, e não do endereço que o visitante digitou. O deslize que mais vemos é o código montar o canonical com a URL da requisição, parâmetros incluídos: cada ?utm_ vira canônica de si mesma, e a tag deixa de servir para alguma coisa.

Por que o Google ignora o canonical?

Porque ele contradiz outro sinal ou foi escrito de um jeito que o Google não aceita. Num post de 2013 da equipe de indexação, que segue no ar, e na documentação atual, aparecem estes casos:

  1. Duas tags canonical com endereços diferentes. Acontece quando o tema e o plugin de SEO imprimem cada um a sua. Nesse caso, o Google provavelmente ignora todas, e o benefício que a tag certa traria se perde. No nosso validador, isso é falha.
  2. Tag fora do <head>. No corpo da página ela não vale. O Google recomenda pôr a tag o mais cedo possível no <head> e conferir se o cabeçalho é HTML válido, porque um elemento fora do lugar pode encerrar o <head> antes de a tag aparecer.
  3. Destino que não serve. A página indicada precisa existir, responder sem erro e poder ser indexada. Apontar para um 404, um soft 404 ou uma página com noindex anula o pedido.
  4. Canonical herdado de um modelo. O tema comprado vem com o canonical do site do autor, ou um campo preenchido uma vez se repete em todas as páginas. O Google cita o primeiro caso. Quando o endereço repetido é o da página inicial, o pedido equivale a dizer que o site inteiro é cópia da home.
  5. Página 2 apontando para a página 1. A segunda página da categoria tem produtos que a primeira não mostra. Não é cópia, e o Google pede um canonical próprio para cada página da sequência.
  6. Páginas que não são iguais. Canonical de uma categoria para o artigo em destaque nela, ou de um produto para outro parecido. O Google orienta conferir se a maior parte do texto principal da cópia também está na canônica. Se não estiver, a indicação tende a ser desconsiderada.
  7. Sinais que brigam. Canonical para a versão com www, sitemap com a versão sem, links do menu para uma terceira.

Canonical colocado por JavaScript funciona?

No Google, funciona com condições. A documentação diz que o melhor lugar para o canonical é o HTML. Se o HTML já traz a tag, o JavaScript pode repetir o mesmo valor, mas não trocar por outro. Se não houver como manter os dois iguais, deixe o canonical fora do HTML e coloque só pelo script, garantindo que a página termine com uma tag só.

O caso que mais complica é o site montado no navegador, em que o HTML inicial traz o canonical da página inicial para todas as rotas e o script corrige depois. O Google recebe dois recados diferentes. E ferramentas que leem o HTML sem executar script, como o nosso validador, ficam só com o primeiro. Sites feitos com React, Vue ou geradores por IA caem nisso com frequência, como mostramos no texto sobre o site feito no Lovable que não aparece no Google. Para conferir o seu, use o código-fonte (Ctrl+U). A ferramenta de inspecionar do navegador exibe o resultado depois do script, e aqui o que importa é o antes.

Títulos e descrições repetidos: cópia ou modelo mal configurado?

Na maioria das vezes, modelo. O title repetido é a pista mais rápida de página duplicada, mas a conclusão depende do que vem junto. Se duas páginas têm o mesmo title, a mesma descrição e o mesmo texto, são cópias e pedem canonical ou 301. Se só o title e a descrição se repetem, o problema está no tema ou no plugin, que carimba o mesmo texto em tudo. O Google inclui o título repetido num grupo de páginas entre os motivos que o levam a reescrever o título exibido no resultado.

O retrato que achamos: em 26 dos 53 sites havia páginas internas bastantes para comparar. O título repetido apareceu em 5 deles (19%). Em 3, era um par de páginas; nos outros 2, grupos de 5 e de 7 páginas com o mesmo título. A descrição repetida apareceu em 8 (31%), e em 4 deles o mesmo texto cobria de 6 a 8 páginas. O validador acusa falha quando mais de 30% das páginas lidas dividem o texto com outra, e alerta abaixo disso.

Para corrigir:

  1. Pegue a lista de páginas com o mesmo title. O validador mostra os grupos, com os endereços de cada um.
  2. Abra duas delas lado a lado. Conteúdo igual: escolha a oficial e aponte o canonical ou redirecione a outra. Conteúdo diferente: ajuste o modelo para puxar o nome do produto, do serviço ou do post.
  3. Reescreva à mão o title e a descrição das páginas que mais recebem visitas, com a fórmula para title e descrição que ganham o clique.

Quantos sites brasileiros erram o canonical?

Um em cada quatro (26%), contando só a página inicial. No fim de outubro de 2026, olhamos o canonical da home de 53 sites com domínio .br. Em 8, a tag apontava para outro endereço. Em 6, ela não existia. São 14 sites em que a porta de entrada do site não diz com clareza qual é o próprio endereço. Numa página inicial quase não há motivo legítimo para o canonical mandar para outro lugar, e as causas prováveis são as da seção sobre erros: tema copiado, versão http ou sem www esquecida no campo, endereço de testes.

O endereço do domínio também ajuda a explicar. Em 7 de 52 sites, a outra versão (com ou sem www, ou http) abria separada, sem redirecionar, o que faz cada página existir em pelo menos dois endereços. Em outros 5, o redirecionamento existia, mas com código temporário.

Fizemos o teste no nosso próprio blog. Um post aberto com ?utm_source=whatsapp&utm_campaign=teste carrega normalmente e traz no código o canonical sem os parâmetros. O mesmo post com barra no fim e pela versão sem www responde com 301 para o endereço oficial. É a combinação da tabela lá de cima: canonical para o que precisa continuar abrindo, redirecionamento para o que não precisa.

Como saber qual endereço o Google escolheu?

Pela Inspeção de URL do Search Console. Cole o endereço e compare dois campos: "URL canônico declarado pelo usuário", que é o seu, e "URL canônico selecionado pelo Google". Quando batem, a sua escolha valeu. Quando não batem, o Google agrupou a página com outra e ficou com o endereço do segundo campo.

Antes de brigar, faça a pergunta que o próprio Google sugere: a escolha dele faz mais sentido para quem busca? Às vezes faz. A versão que ele preferiu recebe os links do menu, está no sitemap e é a que as pessoas compartilham. Nesse caso, mude o seu canonical. Se a sua escolha é a certa, alinhe os sinais da seção sobre como o Google decide e dê tempo: a documentação diz que as páginas podem continuar agrupadas por até duas semanas depois da correção.

No relatório Indexação > Páginas, essas situações aparecem como "Cópia sem página canônica selecionada pelo usuário" e "Cópia, o Google e o usuário não escolheram a mesma página canônica". O significado de cada status de cópia e como pedir a validação estão no guia de indexação, onde também contamos por que o nosso domínio apareceu sem www no dia da estreia, com 301, canonical e sitemap já certos.

Um roteiro de 20 minutos para revisar o canonical do seu site

  1. Abra o código-fonte (Ctrl+U) de três páginas: a inicial, uma de serviço ou categoria e um post ou produto. Procure rel="canonical". Deve haver uma tag só, no <head>, com o endereço completo da própria página.
  2. Abra uma delas com ?utm_source=teste no fim do endereço e veja se o canonical continua limpo, sem o parâmetro.
  3. Digite o domínio nas quatro versões (http e https, com e sem www) e uma página interna com e sem barra no fim. Tudo precisa terminar no mesmo endereço.
  4. Se for loja, abra uma categoria filtrada e outra reordenada e veja para onde aponta o canonical de cada uma.
  5. Passe a página inicial na Inspeção de URL e compare o canonical declarado com o selecionado.

Os passos 1 e 3, e ainda a busca por títulos e descrições repetidos entre as páginas, saem de uma vez na análise grátis do Nota do Site.

Perguntas frequentes

Toda página do site precisa ter tag canonical?

O Google não obriga: sem indicação, ele escolhe sozinho qual endereço mostrar. Mesmo assim, vale ter em toda página indexável um canonical apontando para ela mesma, com o endereço completo. Ele custa uma linha, já vem pronto na maioria das plataformas e garante que links com parâmetro de campanha ou de rastreamento não virem páginas separadas no índice.

Posso apontar o canonical para uma página de outro domínio?

Pode. A RFC 6596, que define a tag, permite que o destino fique em outro domínio, e o Google aceita esse uso. Para texto republicado por parceiros, porém, o Google não recomenda depender do canonical, porque as páginas costumam ficar diferentes demais. O caminho mais seguro é o parceiro marcar a cópia dele com noindex.

Dá para usar canonical e noindex na mesma página?

Não combine os dois. O canonical diz que a página é uma versão de outra; o noindex pede para tirá-la da busca. O Google avisa que não se deve usar noindex para escolher a versão oficial, porque ele bloqueia a página por completo. O Yoast, por exemplo, nem imprime o canonical em página marcada com noindex.

O canonical transfere para a página oficial os links que a cópia recebe?

Quando o Google aceita o canonical, sim. A documentação dele cita a consolidação de sinais, como os links que apontam para as cópias, entre os motivos para declarar a versão canônica. O efeito só acontece se as páginas forem de fato equivalentes e se os outros sinais, como sitemap e links internos, apontarem para o mesmo endereço.

Página de categoria filtrada deve apontar o canonical para a categoria principal?

Depende do filtro. Ordenação por preço ou por novidade mostra a mesma lista em outra ordem, então o canonical vai para a categoria sem parâmetro. Um filtro que corresponde a uma busca real, como sofá retrátil de 3 lugares, merece página própria, com título e texto, e canonical para si mesma. Combinações aos milhares ficam melhor bloqueadas no robots.txt.

Fontes

  1. Como especificar um URL canônico com rel="canonical" e outros métodos · Google Search Central
  2. O que é canonização · Google Search Central
  3. Corrigir problemas de canonização · Google Search Central
  4. 5 common mistakes with rel=canonical · Google Search Central Blog
  5. Noções básicas de SEO para JavaScript · Google Search Central
  6. Paginação, rolagem incremental e o impacto na Pesquisa Google · Google Search Central
  7. Gerenciar o rastreamento de URLs de navegação facetada · Google Search Central
  8. Criar uma estrutura de URL para sites de e-commerce · Google Search Central
  9. To slash or not to slash · Google Search Central Blog
  10. Como influenciar os links de título na Pesquisa Google · Google Search Central
  11. Ferramenta de inspeção de URL · Ajuda do Search Console
  12. RFC 6596: The Canonical Link Relation · IETF / RFC Editor
  13. rel_canonical() · WordPress Developer Resources
  14. How to change the canonical URL in Yoast SEO for WordPress · Yoast
  15. Alterando as tags canônicas para as páginas do seu site · Central de Ajuda do Wix
  16. SEO metadata · Shopify Developers

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